Restaurant Week - parte II
Para não deixar a postagem anterior muito longa, dividimos este tema Restaurant Week em três dias.
No Sal Gastronomia degustamos: Mix de folhas com tomate cereja e nozes (um dos pratos chegou sem o queijo), Risoto de carne seca com queijo coalho, Risoto vegetariano (ambos risotti estavam al dente e saborosos), Frango ao trio de chutney com couscous marroquino com legumes (bom, com chutneys interessantes) e Panacota com calda de framboesa (notamos que duas pannacottas apresentaram "separação" da gelatina e creme - talvez culpa da geladeira, talvez muita pressa na confecção). Acompanhamos com uma garrafa de Quinta Vale da Raposa 2004, uma boa relação preço X qualidade do Douro. Um restaurante pequeno, com serviço simpático e comida saborosa.







No Espaço Tambiú: Torresminhos de peixe - pedacinhos selecionados de pacú sequinhos e crocantes (pequeno demais), Moqueca de pintado (este prato teve o serviço mais estranho que já vimos: os pratos chegaram com arroz e pirão e foram montados aos poucos, pelo garçon que ia e voltava da cozinha com três refratários de moqueca) e Panna cotta de cupuaçu com calda de chocolate (ótima, mas a calda era desnecessária). Ficamos realmente desconcertados com a Moqueca, que tinha leite de coco, mas nem um traço de azeite de dendê (ficou entre uma capixaba e uma baiana). Um restaurante especializado em peixes brasileiros, poderia servir pimentas nacionais (e não aquela norte-americana). A casa fica localizada no fundo de uma loja de decoração, sem acesso para indivíduos portadores de deficiência física ou idosos com dificuldade de locomoção.

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No AK Delicatessen: Salada Verde e Bureka do dia (a bureka estava seca), Ceviche de peixe fresco com creme de beringelas e vinagrete de romã (criativo e bom), Carpaccio fatouch de rosbife (um pouco salgado), Tagine de frango com vegetais e couscous marroquino (apesar de não chegar na Tagine, estava muito saboroso, um dos melhores pratos que o Marcel provou neste evento), Spaguetti ao perfume de limão, abobrinhas marinadas, coalhada seca e hortelã (sem untuosidade, sem sal, sem aromas ou sabores, um prato ruim), Torta de Maçã (massa grossa e irregular e pouca maçã) e Pudim com doce de leite (um pouco rígido demais). As duas amigas que me acompanharam ficaram decepcionadas com a comida.







No Eñe Restaurante: Mix de folhas verdes, Pão com tomate e jamón (bom jamón, mas a entrada poderia ser maior), Creme de abóbora com jamón (algo na textura me incomodou, ou poderia coar no passe-vite ou aumentar o gás do sifão), Pasta sugestão do chef (bom), Peixe serra com escalivadas de pimentões e cebolas (bom), Vitela em falso churrasco com purê (muito bom) e sobremesa sugestão do chef (o garçon disse que seria uma torta com chocolate, mas degustamos algo que lembrava uma torta de oleaginosas e figo seco - quase um pé de moleque). O serviço estava um pouco atrasado (inclusive uma das garçonetes que nos atendeu poderia se comportar de maneira menos Blasè) e o menu no site do evento refere-se a edição anterior (que era mais interessante e foi melhor executado).






Postado por Marcel Miwa e Nina Moori.